Testemunhos

FRACTURA DO PULSO ESQUERDO E AVC

Fracturei o pulso esquerdo em Outubro de 2016, estive com o gesso cerca de 1 mês e meio e quando o retirei senti-me limitada ou tentar dobrar o punho.

Tinha dores, principalmente no dedo indicador, numa escala de 0 a 10 o meu grau de dor era 6.

Como já tinha a terapia magnética através da interpass desde Setembro de 2016, liguei a fisioterapeuta para que me indicasse os tratamentos adequados ao meu caso.

Senti logo diferença entre o segundo e terceiro tratamento que fiz.

Ganhei mais mobilidade e o meu grau de dor diminuiu para 4 numa escala de 0 a 10.

A minha mobilidade continua a aumentar.

Desde que recebi a esteira magnética que durmo sob ela e sinto-me bem.

Fazia massagens regularmente e desde que a esteira chegou nunca mais senti necessidade de ir a terapeuta.

O meu marido teve um AVC em 2005 e desde Setembro que dorme sobre a esteira magnética, melhorou a nível de mobilidade motora e sente-se mais leve na perna que foi afectada.

Estou satisfeita com a magnetoterapia.

LUCINDA PINTO – Nº SÓCIA: 78878 -73 ANOS – VILA NOVA DE GAIA  

ESPONDILARTROSE CERVICAL E LOMBAR; RUPTURA MENISCO JOELHO DIREITO

 

As minhas patologias foram-me diagnosticadas a mais ou menos 4 anos.

Sentia-me com muitas dores e muitas vezes nem me conseguia mexer.

Tomava comprimidos para as dores, para aliviar, cheguei a ir para a fisioterapia mas como tinha o tempo muito limitado fartava-me e deixava de ir.

Em Agosto de 2016 fui contactada pela Interpass para fazerem uma demonstração de uma terapia nova.

Veio cá um técnico, fez a demonstração e quando acabou senti alívio imediato.

Decidimos adquirir a terapia no próprio dia.

Há anos que não conseguia dormir de lado, tinha que dormir sempre de barriga para cima e desde que iniciei os tratamentos já consigo dormir em qualquer posição.

Sempre que realizo a terapia alivia-me as dores.

O meu grau de dor era de 8 numa escala de 0 a 10 e diminuiu para 3, numa escala de 0 a 10.

CARMINDA ARAÚJO – Nº SÓCIA: 67121 – 58 ANOS – BARCELOS

Dor na cervical

Desde que me reformei que me dediquei a apanha da ameijoa. Passo grande parte do dia abaixado, o que faz com que no final do dia me sinta extremamente cansado e com dores na cervical. As dores atingiam grau 6 (escala de 0 a 10). Custava-me virar o pescoço, carregar pesos, os braços ficavam dormentes, e quando iniciava o dia não sentia as mãos.

Em 2016 conheci a magnetoterapia através do meu clube de férias, interpass.

Fiz cerca de 30 sessões, recomendadas e acompanhadas pelo fisioterapeuta especializado na área. Após esse tempo, o grau de dor baixou para 3 e desde então não aumentou.

JOSÉ MANUEL PARREIRA HENRIQUES – Nº: 127870 – 61 ANOS – SAMOUCO

DOR NO JOELHO

Em 2007 sofri um acidente de bicicleta, onde parti o joelho. Nunca fui operado mas desde então que sofro de dores. Com qualquer mínimo movimento o joelho estalava, sentia dor grau 5 (escala de 0 a 10) e coxeava sempre que descia escadas.

Em 2016 fui abordado pelo interpass a convidarem-me para conhecer a magnetoterapia. Deste modo, experimentei e tive o primeiro contacto com esta terapia. Após conhecer os seus benefícios decido avançar com um conjunto de tratamentos.

Fiz cerca de 40 sessões seguidas. No fim, senti melhoras a nivel de dor, baixou para grau 3. Já não estala todos os dias, mas como sou agricultor e esforço os joelhos a toda a hora, é normal que a reabilitação seja mais lenta.

Vou recomeçar com os tratamentos neste mês e fazer mais um ciclo de sessões.

MANUEL COSTA RAMOS – Nº: 99611 – 59 ANOS – ESTOI – FARO

DOR NA LOMBAR

Desde que me lembro que sinto dor na zona lombar, acredito que tenha tido inicio numa queda que dei em pequena. Bastava fazer o mínimo de esforço, e a dor aparecia para ficar uma semana. De ano para ano agravava, chegando a alcançar grau dor 8 (escala de 0 a 10).

Simples atividades como passar a ferro, estar de pé muito tempo ou até andar, causava-me incomodo.

Em 2016 oiço falar a primeira vez de magnetoterapia. A convite do meu clube de férias, interpass, recebi um técnico em casa que me ofereceu um tratamento e explicou os benefícios da terapia. Percebi que podia ser uma mais valia tanto para mim como para a minha família e decidi avançar com os tratamentos.

Fiz cerca de 40 sessões,  e no fim das mesmas, senti melhoras no nivel de dor, passando para grau 4, e a nivel de mobilidade. Consigo andar e movimentar-me sem sentir incapacidade, e chego ao fim do dia com a sensação de maior vitalidade.

MARIA DA GLÓRIA DAVID PALMA – N.º 127956 – 61 ANOS – FARO

Dor na Cervical

Trabalho como auxiliar de educação, devido a isso e a estar sempre com o peso das crianças ao colo, regularmente, sentia dor na cervical. Sentia dor grau 7 (escala de 0 a 10). Em momentos de dor aguda, sentia dificuldade em levantar-me do sofá, pegar o meu filho de 2 anos ao colo, em baixar-me e por vezes a dor irradiava para os braços. Este estado permanecia semanas seguidas.

Em 2016 sou contactada pelo interpass a convidarem-me para conhecer a magnetoterapia. No primeiro tratamento senti um alivio de dor, como se tivesse menos peso nas costas.

Avancei com um conjunto de tratamentos prescritos pelo fisioterapeuta, e durante 15 dias fiz sessões todos os dias. No fim desse ciclo de tratamentos, a dor baixou para grau 2. Sinto que ganhei outra vitalidade física, sinto mais força e confiança nos meus braços e consigo suportar o peso do meu filho o dia inteiro. Atualmente, faço sempre que sinto necessidade e ajuda-me a melhorar de imediato, sem ser necessário fazer 1 mês intensivo.

FERNANDA MARIA DA CONCEIÇÃO VICENTE VITORINO – N°: 28111 – 46 ANOS – RIBAMAR

DOR NA CERVICAL

Sempre fiz imenso desporto e considero-me uma pessoa bastante ativa. Por vezes tinha alguma dor na cervical que condicionava a mobilidade no pescoço. Uma vez que a minha profissão requer algum tempo de secretária, sempre que tinha de corrigir testes sentia mais dor, devido à postura do pescoço. O simples gesto de desfazer a barba era feito com dificuldade.

Em Setembro de 2016 sou contacto pelo interpass, a convidarem-me para conhecer a magnetoterapia. Depois de conhecer as vantagens desta terapia decidi avançar com um conjunto de sessões. Fiz cerca de 45 tratamentos, 1 por dia.

Até hoje a dor nunca mais voltou a ser tão intensa. Já consigo exercer todas as atividades sem condicionalismo.

ROGÉRIO PAULO DOS SANTOS TEIXEIRA – N°: 112643 – 55 ANOS – MEM- MARTINS

DOR NO JOELHOS

Desde jovem que tenho uma má postura nas pernas. Tendencionalmente, coloco os joelhos para dentro. Ao longo dos anos esta postura foi-se agravando e criando alguma dor e incómodo, principalmente em altura de mudança de tempo. Cheguei a usar sapatos ortopédicos mas nem assim consegui corrigir este mau estar.

Em Julho de 2016 sou contactado pelo interpass para conhecer a magnetoterapia. Conheço os benefícios e percebo que pode ser uma mais valia para a minha questão nos joelhos.

Desde então que praticamente faço todos os meses esta terapia. Melhorei ao ponto de nunca mais sentir dor. A nível de mobilidade já consigo fazer caminhadas, pois sinto mais energia e vitalidade.

MANUEL JOSÉ LUCAS MARTINS PEREIRA GAMA – N°: 132245 – 57 ANOS – ODIVELAS

LESÃO DE MENISCO HÁ 25 ANOS

Há 25 anos ao praticar exercício físico, por uma má colocação do pé no chão, tive uma lesão no menisco. Na altura, dirigi-me ao médico que aconselhou-me a cirurgia e por ter algum receio preferi não realiza-la. Durante este tempo todo suportei dores de grau 7 (escala de 0 a 10). Esta limitava-me o meu dia-a-dia como realizar alguns tipos de trabalho e outras atividade como por exemplo: cortar relva, transportar objetos de um lado para outro, realizar as minhas caminhadas etc. Quando insistia na realização dessas atividades no dia seguinte, eram dores insuportáveis de grau 10 que me obrigavam a repousar e a tomar no mínimo três anti-inflamatórios por dia. Após iniciar os tratamentos conjuntamente com a minha mulher, apresentei uma melhoria substancial e 30 dias depois de iniciar os tratamentos, posso afirmar que voltei a realizar as atividades da diária com normalidade e diminuição de dor grau 1-2. Continuo a fazer tratamentos com regularidade.

LESÃO NO MENISCO

Há 25 anos ao praticar exercício físico, por uma má colocação do pé no chão, tive uma lesão no menisco. Na altura, dirigi-me ao médico que me aconselhou a cirurgia e por ter algum receio preferi não realiza-la. Durante este tempo todo suportei dores de grau 7 (escala de 0 a 10). Esta limitava-me o meu dia-a-dia como realizar alguns tipos de trabalho e outras atividade como por exemplo: cortar relva, transportar objetos de um lado para outro, realizar as minhas caminhadas etc. Quando insistia na realização dessas atividades, no dia seguinte, eram dores insuportáveis de grau 10 que me obrigavam a repousar e a tomar no mínimo três anti-inflamatórios por dia. Após iniciar os tratamentos conjuntamente com a minha mulher, apresentei uma melhoria substancial e 30 dias depois de iniciar os tratamentos, posso afirmar que voltei a realizar as atividades diárias com normalidade e diminuição de dor grau 1-2. Continuo a fazer tratamentos com regularidade.

JOSÉ DIOGO CARVALHO – N.º 104956 – 53 ANOS – PINHAL NOVO